quarta-feira, 14 de março de 2018

Coisas que você nem imaginava que a Microsoft sabe sobre você

É a maneira como o diretor executivo da Microsoft, Satya Nadella , em uma foto em que aparece de médio corpo, com a camisa preta e afável sorriso, introduz a política de privacidade do gigante da informática.

Assim dito, é todo do seu lado. Tu, os teus, teus. Com a diferença, talvez, de que se antes suas informações como sua, por defeito, sem que tivesse que fazer nada, agora que intervir ativamente para preservar o "domínio da vida privada, que se tem o direito de proteger de qualquer interferência", como define a palavra "privacidade" o dicionário da RAE.



Tudo em nome de lhe proporcionar uma experiência melhor "você".

Apesar de não parecer, este argumento acabam coincidiram as empresas informáticas, que de tanto se acusam umas das outras, de aproveitar-se dos dados de pessoas para fazer dinheiro.

Como a Google, a Microsoft declara-se comprometida com o "valor da privacidade".

Dois extensos documentos -declaração sobre a privacidade e os termos de uso - explicam amplamente que coleta dados da empresa e como limitar a sua capacidade de obter, armazenar e usar as informações a respeito de ti.

"Nós encorajamos os nossos utilizadores a ler a declaração atualizada, que pode ser encontrado neste link (aqui em português)", disse à BBC Mundo o Microsoft em um comunicado, em resposta a várias perguntas sobre o seu manuseamento dos dados pessoais.

Uma delas, em que eu insisti, era se existia alguma forma de exigir que a empresa, como acontece com o Google, um arquivo de todos os dados que havia coletado ao longo dos anos, sobre mim.
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